Ninguém sabe tudo, assim como ninguém ignora tudo.
O saber começa com a consciência do saber pouco (enquanto alguém atua). É sabendo que sabe pouco que uma pessoa se prepara para saber mais [ ... ]
O homem, como um ser histórico, inserido num permanente movimento de procura, faz e refaz constantemente o seu saber.
E é por isso que todo saber novo se gera num saber que passou a ser velho, o qual, anteriormente, gerando-se num outro saber que também se tornará velho, se havia instalado como saber novo. Há portanto, uma sucessão constante do saber, de tal forma que todo novo saber, ao instalar-se aponta para o que virá substituí-lo. ( FREIRE, 1981, P. 47)
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